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auro Monteiro é artista visual, produtor e gestor cultural. Tem residência e trabalho em seu ateliê em Paraty - Estrada Real, RJ 165/Paraty-Cunha, 3905 - há cerca de 20 anos. Atua em várias áreas das artes plásticas - desenho, pintura, colagem e é orientador de cursos e oficinas; desenvolve mentoria e curadoria de exposições.
É organizador do grupo Urban Sketchers Paraty – desenho do patrimônio material e imaterial de Paraty.
Seu trabalho em design artesanal, na pintura a frio e decoração de peças em cerâmicas utilitárias e ornamentais, em madeira de demolição, etc. Neste recorte, Lauro tem como principal elemento para a pintura de cerâmicas - vasos, principalmente, o grafismo geométrico, num desenho étnico relacionado aos povos originários do Brasil e Américas, fonte de sua constante pesquisa. Paraty está no centro de suas pesquisas aplicado nas cerâmicas, desenhos, sketch-colagem e em pinturas.
Site:https://lauromonteiro.com.br/
https://www.facebook.com/lauromonteirofilho
https://www.instagram.com/lauromonteirofilho/
I - DESENHOS, AQUARELAS E SKETCH-COLAGENS
A- PATRIMÔNIO MATERIAL
Sketch-colagem feitos a partir de desenhos de observação.












B - Patrimônio Imaterial
Sketch-colagem criados a partir de receitas tradicionais.





II - CERÂMICAS ORNAMENTAIS, DECORADAS, PINTADAS A FRIO




II - PINTURA EM ACRÍLICO SOBRE TELA
A - SÉRIE: HABITAT
"Realizada com aquarela e mix de materiais sobre papel, esta obra integra a Série HABITAT, de Lauro Monteiro Filho. A perspectiva do trabalho, do alto, representando um tronco cortado, permite diversas leituras. Uma delas está associada ao desmatamento e à queima das florestas. A visão do topo da madeira também remete a uma espiral que pode indicar caminhos de evolução, sugerindo inclusive a figura de uma pessoa caminhando, ou seja, buscando uma efetiva transformação da situação atual, caracterizada pela destruição das matas e da ancestralidade presente no conhecimento e nos saberes dos ameaçados povos originários indígenas. As cores mais quentes no centro da obra, a representação de texturas e o fluir das linhas remete a um entendimento da existência cotidiana como uma possibilidade a ser realizada por mais que as dificuldades e as ameaças se façam presentes. O fluxo do caminhar, nesse contexto, pode ser mais difícil, mas é essencial.











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